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Informações Técnicas PORBASE

Informação Técnica n.º 1/2005
Catalogação de teses e dissertações de mestrado e doutoramento

Tendo em conta a criação de novos serviços de depósito e acesso em linha a conteúdos de teses de mestrado e doutoramento, e a existência de desenvolvimentos ao nível do UNIMARC em campos que têm implicações nos registos de teses, a BN decidiu emitir a presente Nota Técnica, que tem como objectivo uniformizar procedimentos na catalogação de teses e dissertações, de forma a garantir a consistência e a qualidade dos registos bibliográficos produzidos quer pela BN, quer pelas bibliotecas cooperantes da PORBASE.

A descrição bibliográfica de teses deve obedecer ao estabelecido nas Regras Portuguesas de Catalogação para as monografias. Ao nível dos campos do UNIMARC, chama-se a atenção para as seguintes especificidades:

CAMPO 105$a – CAMPO DE DADOS CODIFICADOS: LIVROS

O código da forma de conteúdo (posição dos caracteres 4-7) deverá ser o código ‘m’ (dissertação ou tese tal como foi originalmente apresentada). No caso de dissertações ou teses revistas para publicação comercial, deverá ser utilizado o código ‘v’. Quanto aos outros trabalhos académicos, o código a utilizar deverá ser ’p’ para os relatórios e planos de aula e ‘m’ para os trabalhos de síntese e aptidão científica e para os relatórios finais de licenciatura.

CAMPO 328 – NOTA DE DISSERTAÇÃO OU TESE

O campo 328 deve ser utilizado apenas no caso do documento catalogado ser uma tese ou dissertação de mestrado ou doutoramento tal como foi originalmente apresentada. Para outros tipos de trabalhos académicos (relatórios, trabalhos de síntese, provas de agregação, dissertações inaugurais, etc.) deverá ser criada a respectiva nota no campo 300. No caso de edições comerciais de teses revistas, a respectiva informação também deve ser dada em nota no campo 300.

O UNIMARC prevê que o preenchimento deste campo possa ser feito de forma estruturada ou não estruturada. Deverão ser utilizados os seguintes indicadores e subcampos:

Indicadores

Indicador 1: em branco (não definido)
Indicador 2: Indicador de estrutura
# Informação não disponível
0 Estruturada
1 Não estruturada

Subcampos

$a Texto da nota. Não repetível
$b Especificações da dissertação ou tese e tipo de grau académico.
Não repetível
$c Área cientifica do grau académico. Não repetível
$d Ano do grau académico. Não repetível
$e Instituição que confere o grau académico. Não repetível
$t Título de outra edição da dissertação ou tese. Não repetível
$z Texto que precede ou segue a nota. Repetível.

Ex: Método não estruturado

328 #1 $a Tese mestr. Antropologia. Univ. Nova de Lisboa, 1996

Método estruturado

328 #0 $b Tese mestr. $c Antropologia $e Univ. Nova de Lisboa $d 1996

A Biblioteca Nacional recomenda, para este campo, a utilização do método estruturado, por permitir a posterior recuperação da informação nele incluída. Pelo mesmo motivo, recomenda também que as abreviaturas dos graus académicos e das instituições universitárias sejam tanto quanto possível normalizadas.

BLOCO 7XX E CÓDIGOS DE FUNÇÃO

• Autor

O autor da tese deve ser recuperado no campo 700.

Na criação deste ponto de acesso é fundamental verificar cuidadosamente se a autoridade já existe, antes de criar uma nova. Esta chamada de atenção justifica-se pelo facto de nos trabalhos académicos os autores se identificarem normalmente com o nome completo, que é muitas vezes diferente daquele que usam nas obras publicadas. Neste caso, deverá ser criada no registo de autoridade uma entrada no campo 400 para a forma completa do nome.

• Orientador e co-orientador

Os nomes do orientador da tese e do co-orientador (quando exista) devem ser registados no $g do campo 200 e recuperado no campo 702, com o código de função 727.

• Universidade

A instituição universitária que confere o grau académico deve ser recuperada no campo 712, com o código de função 295, da seguinte forma:

O primeiro indicador deverá ser 0 (Colectividade-instituição),
e o segundo indicador deverá ser 2 (Nome de entrada por ordem directa).

Em $a regista-se o elemento de entrada (o nome da instituição universitária por extenso), e em $b, também por extenso, a(s) subdivisão(ões) que eventualmente exista(m) (por ex. $aUniversidade de Lisboa. $b Faculdade de Letras. $b Departamento de Geografia).

Esta informação constitui um ponto de acesso correspondente a um registo de autoridade com entrada no campo 210. Chama-se a atenção para a importância do preenchimento normalizado da entrada, recomendando-se por isso a utilização da lista estruturada do Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, disponível em http://www.oces.mctes.pt/

Nos registos bibliográficos da PORBASE não devem ser criados pontos de acesso nem para o arguente nem para os membros do júri.

EXEMPLOS

Nota: Nos exemplos abaixo, o “_” (traço) que é visualizado corresponde no UNIMARC a um espaço em branco.

1. Registo bibliográfico de tese de mestrado ou doutoramento

000 cam___
001 341300
005 19981229000000.0
095 $aPTBN00361070
100 $a19920420d1991____k__y0pory0103____ba
101 0 $apor$deng
102 $aPT
105 $aa___m___001yy
106 $ar
200 1 $aManipulação genética da síntese de alginato em Pseudomonas Aeruginosa$bTexto policopiado]$fJorge Humberto Gomes Leitão$gorient. Isabel Sá Correia
210 $aLisboa$c[s.n.],$d1991
215 $aVIII, 95 f.$cil.$d30 cm
320 $aBibliografia, f. 86-95
328 0 $bTese mestr.$cBiotecnologia (Engenharia Bioquímica)$eInstituto Superior Técnico, Univ. Técnica de Lisboa$d1991
675 $a57.08(043.2)$vBN$zpor
700 1 $aLeitão,$bJorge Humberto Gomes
702 1 $aCorreia,$bIsabel Sá$4727
712 0 2 $aUniversidade Técnica de Lisboa$bInstituto Superior Técnico$4295
801 0 $aPT$bBN$gRPC

2. Registo bibliográfico de outros trabalhos académicos

000 cam___
001 824582
005 19990125000000.0
095 $aPTBN00476753
100 $a19930817d1993____k__y0pory0103____ba
101 0 $apor
102 $aPT
105 $ay___m___001yy
106 $ar
200 1 $a<As >Cortes de Portugal$bTexto policopiado]$eséculo XVII$fPedro Almeida Cardim
210 $aLisboa$c[s.n.],$d1993
215 $a240 f.$cil.$d29 cm
300 $aTrab. Sínt. Univ. Nova de Lisboa, 1993
320 $aBibliografia, f. 218-239
606 $aCortes$yPortugal$zSéc. 17$x<[>Teses]
675 $a354(469)”16”(043.2)$vBN$zpor
700 1 $aCardim,$bPedro Almeida$f1967-
801 0 $aPT$bBN$gRPC

3. Registo bibliográfico de teses revistas para publicação comercial

000 cam___
001 490414
005 19990101000000.0
010 $a972-23-1848-9
021 $aPT$b73997/94
095 $aPTBN00693215
100 $a19950223d1994____m__y0pory0103____ba
101 0 $apor
102 $aPT
105 $aa___v___001yy
106 $ar
200 1 $aArquitectura e escultura de Mafra$erewtórica da perfeição$fJosé Fernandes Pereira$gfot. José Pedro de Aboim Borges
205 $a1ª ed
210 $aLisboa$cPresença,$d1994
215 $a395 p., [32] p. il.$cil.$d27 cm
225 2 $aCultura portuguesa$v3)
300 $aOrig.:Tese dout. Hist. Arte séc. XV-XVIII, Univ. Lisboa, 1992
320 $aBibliografia, p. 357-367
606 $aPalácio Nacional de Mafra (Portugal)$xArquitectura
606 $aPalácio Nacional de Mafra (Portugal)$xEscultura
606 $aArte barroca portuguesa$zSéc. 17-18
675 $a726.7/.8(469.411)”17”$vBN$zpor
675 $a72(469.411)”17”$vBN$zpor
675 $a73(469.411)”17”$vBN$zpor
675 $a7.034(469)”16/17”$vBN$zpor
700 1 $aPereira,$bJosé Fernandes,$f1953-
702 1 $aBorges,$bJosé Pedro de Aboim,$f1952-$4600
801 0 $aPT$bBN$gRPC

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